Volante volta ao time titular com nova função, e equipe apresenta outra formação nos 6 a 2 no Nilton Santos. Luis Henrique rouba a cena no ataque junto de Pedro Raul e Bruno Nazário
Seja para elogios ou críticas, o 6 a 2 do Botafogo sobre a Cabofriense tem que ser colocado no contexto confuso que antecedeu a volta do Campeonato Carioca. O desempenho não pode ser avaliado propriamente, mas as novas ideias que Paulo Autuori apresentou na manhã do último domingo foram positivas.
De um dos camarotes, longe do comando do time em sinal de protesto, o treinador viu na prática alguns testes que foram decisivos para construir a goleada. Apesar de o destaque ter sido o ataque, as grandes mudanças aconteceram do meio para trás, principalmente com dois jogadores: Honda e Cícero.
Com papel mais defensivo, volante fez um gol — Foto: André Durão
Os desfalques na defesa deram oportunidade para o volante, que foi improvisado como zagueiro, mas com liberdade para ajudar na saída de bola. O que fez muitos torcedores recordarem do "líbero", função mais comentada em outros tempos do futebol. Jogou atrás dos zagueiros, mas também construiu o jogo. Quando avançava, ficava em um espaço do campo próximo de Honda, que recuou para ajudar na armação já que Alex Santana foi o meio-campista mais defensivo.
A formação exigiu mais sacrifício na marcação de todos os atletas, mas aumentou o poder de fogo e as opções ofensivas. O placar elástico no final dá confiança para que se repita a fórmula, mas em situações que parecem específicas. Como em um duelo claramente desnivelado e de pouco espaço como foi Botafogo x Cabofriense.
Análise: Botafogo inova com Cícero "líbero" e ideias diferentes na goleada sobre a Cabofriense
Reviewed by Marcone Campos
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junho 29, 2020
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